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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Uma pequena ajuda...

Mäyjo, 05.10.15

Sugestões de temas para o trabalho – Estudo de caso

 

Sei que devem de andar por aí uns jovens sem saber que tema hão-de escolher para o trabalho. Então, deixo aqui “umas reflexões minhas”:

  • uma surgiu quando sou confrontada com a quantidade de caixas ATM (vulgo multibanco) 

    que encontro no caminho quando vou para a escola comparativamente aos ecopontos (pois costumo levar o lixo para reciclar e depositar num que encontro pelo caminho…).

    Muitas vezes bebemos uma garrafa de água ou um iogurte e queremos colocar a embalagem vazia no ecoponto amarelo, mas não encontramos nenhum… em contrapartida há múltiplas caixas de multibanco – Será que há mais caixas de multibanco ou ecopontos, no Forte da Casa?                                                                                                         multibanco_med.jpg VSRST02.jpg

 

  • a outra surgiu quando fui à caixa do correio e encontro “um monte” de papeis de publicidade aos mais variados produtos e serviços, aos quais não ligo rigorosamente nada…

    Fiquei a pensar: quantas árvores serão anualmente derrubadas para produzir todos estes folhetos de publicidade? Que destino lhes dão as pessoas? Será que os lêem?

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Observem o mundo à vossa volta e com certeza irão encontrar algum assunto que poderão tratar.

 

Bom trabalho!!

Banana orgânica produzida no Peru conquista o mercado da União Europeia

Mäyjo, 28.02.15

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"Considero que os produtores de banana orgânica no Peru são uns dos que conseguiram alcançar maior sucesso dentro do Programa Europeu Euro Eco Trade, mais precisamente através do Projecto Probanano que é da responsabilidade da ONG Oikos", foram palavras ditas por Irene Horejs.


A embaixadora da União Europeia no Peru reconheceu a qualidade da banana orgânica considerando-a um produto de sucesso e revelou que a exportação de bananas peruanas para o mercado europeu tem vindo a crescer de uma forma significativa. Reconhece também que o aumento das exportações só se tem vindo a verificar devido ao trabalho realizado por cerca de 6 mil produtores de banana orgânica na vila Valle del Chira, na província de Sullana, no Peru.

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Isto é motivo de grande orgulho para a Oikos, que desde 2010 trabalha no apoio à produção e comercialização de banana orgânica no Peru. Este projeto em concreto – Probanano -, financiado pela União Europeia, propõe-se a melhorar a qualidade de vida e reduzir a pobreza dos produtores, trabalhadores e comunidades da região de Piura através do desenvolvimento sustentável do sector bananeiro. Tem-se vindo a ampliar a escala de produção de banana e aumentar a cadeia de valor permitindo o acesso ao mercado nacional e internacional, o que proporciona um aumento de rendimentos e uma maior estabilidade para milhares de famílias de produtores.

A embaixadora Irene Horejs assinalou ainda que a banana orgânica peruana cumpre todos os standards ambientais, sociais e laborais que o mercado estrangeiro solicita. Acrescentou que é importante um programa que respeite as questões ambientais e que esse trabalho está a ser concretizado neste projeto. "Estamos a trabalhar com os produtores orgânicos para um melhor uso da água, do solo e do tratamento dos resíduos sólidos, e os resultados estão no processo de produção das bananas".

Também Willy Paredes, coordenador deste projeto da Oikos no Peru, observou que "os principais apoios da União Europeia para as exportações agrícolas peruanas são o Tratado do Comércio, o Programa Euro Eco Trade e o Projecto Probanano. A produção e exportação de bananas orgânicas estão a melhorar a vida de 11.000 famílias, produtores, funcionários e pessoas ligadas ao ramo".

Estas declarações foram feitas durante uma visita de cortesia ao Presidente Regional, Reynaldo Hilbck Guzmán, que não deixou de referir a possibilidade de se concretizarem parcerias público-privadas para, por exemplo, reutilização de águas residuais e fortalecimento de relações com outros países que tem vindo a resultar em cadeias de produção de banana, cacau e outros. 

Na imprensa peruana as notícias surgiram na televisão, em vários jornais e sites de referências. Consulte aqui

 

Fonte: http://newsletter.oikos.pt/v/5Le36bGe1P2e19-3-b7bb3

 

Portugal não vai cumprir os compromissos em matéria de ajuda ao desenvolvimento

Mäyjo, 22.11.14

A ajuda pública ao desenvolvimento (APD) portuguesa decresceu 20,4% em 2013, após uma diminuição também significativa em 2012 (11,3%). Para além deste decréscimo, a ajuda ligada - ajuda sob a forma de empréstimos condicionados à aquisição de bens e serviços do país doador - continua a representar mais de 70% da ajuda bilateral nacional.

Estes números e as tendências da Cooperação Portuguesa integram o 9.º Relatório da Confederação Europeia de ONG de Ajuda Humanitária e Desenvolvimento (CONCORD) que foi lançada hoje, 20 de Novembro, na sede da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), em Paris.

O mesmo relatório conclui que, apesar dos compromissos assumidos internacionalmente e renovados no novo Conceito Estratégico para a Cooperação aprovado em Março de 2014, Portugal apenas disponibilizou, em 2013, 0,23% do seu Rendimento Nacional Bruto (RNB) - 364M€ - para ajuda ao desenvolvimento.

Depois de três anos sem uma estratégia clara para o setor (o Conceito Estratégico da Cooperação Portuguesa foi aprovado apenas em Março de 2014) e com uma acentuada redução dos seus níveis de ajuda ao desenvolvimento, foi quebrado um percurso de crescimento da Cooperação Portuguesa que se verificou entre 2000 e 2010, colocando-se em risco muito dos avanços conseguidos nesse período.

“Continua a ser verdadeiramente preocupante a elevadíssima percentagem da ajuda ligada. 70% da APD portuguesa está condicionada à aquisição de bens e serviços por parte dos países parceiros a Portugal. Isto significa que o dinheiro que estaria destinado a contribuir para a erradicação da pobreza nos países parceiros não chega às mãos dos que mais dele necessitam e serve, ao invés, para dinamizar a economia portuguesa. A captação de investimento estrangeiro e a internacionalização da economia portuguesa são imperativos nacionais. Mas não à custa da ajuda pública ao desenvolvimento”, refere Pedro Krupenski, Presidente da Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) e Diretor de Desenvolvimento da Oikos.

Consute aqui o Relatório | Consulte a notícia na integra


Fonte: Plataforma Portuguesa ONGD

 

Conseguiremos alimentar 7 mil milhões de pessoas?

Mäyjo, 13.09.14

 

Hoje, como sabemos, a resposta a esta pergunta é não. Mas ela pode mudar a médio e longo prazo, se continuarmos a desenvolver estratégias para diminuir o desperdício alimentar e tornar os nossos sistemas de alimentação mais eficientes.

O desperdício alimentar é, na verdade, o que nos impede de alimentarmos toda a população global. Os números são brutais e não mentem: todos os norte-americanos gastam 40% da comida que produzem – em Portugal, são desperdiçadas um milhão de toneladas de alimentos por ano.

Nos Estados Unidos, uma organização denominada Sustainable America fez as contas e deu as repostas. Os cinco principais motivos para o desperdício alimentar norte-americano são as perdas na produção; perdas no armazenamento; embalagens estragadas ou abertas; desperdício no retalho e, claro, em casa dos consumidores.

No resto dos países, porém, os motivos são outros, ainda que a percentagem de desperdício seja igual: 40%. Assim, os problemas de distribuição e transportes, o armazenamento indevido, as pestes, más estradas, inundações ou secas são os principais responsáveis pelo desperdício alimentar.

 

Desperdício alimentar assusta
Em todo o mundo são desperdiçados 1,3 mil milhões de toneladas de comida por ano, o suficiente para alimentar as 868 milhões de pessoas que passam fome. Ou seja, a resposta para o combate à fome está no próprio Planeta, mas é ignorada.

Segundo a Sustainable America, 25% do desperdício alimentar norte-americano ocorre em casa dos consumidores. Os americanos deitam fora 680 gramas de alimentos por dia – o equivalente a deitar fora €1.760 (R$ 5.200).

Entre as soluções encontradas pela organização para combater este flagelo destacam-se a promoção da chamada fruta feita – na Califórnia, o programa Farm to Family distribui 54 milhões de quilos de fruta que não foi considerada suficientemente boa para ir para os supermercados

Outra das soluções é comer fruta desidratada; selar hermeticamente as embalagens, protegendo o período de vida das fruta e vegetais; ou substituir as soluções actuais de armazenamento. Tudo isto poderá reduzir as perdas das produções em 70%.

Aos consumidores pede-se que congelem produtos para que eles durem mais tempo, insistam na criação de listas de compras e planeiem as refeições, transformem os produtos em vias de se estragar em sumos, comam fruta feita, façam compostagem, comam os restos e, sobretudo, deixem de deitar comida fora.

Todas estas acções, infelizmente, não colocarão comida no prato das sete mil milhões de pessoas do mundo, mas é um caminho para atingir este objectivo – a muito longo prazo. Nessa altura, porém, não seremos sete mil milhões, mas muitos mais.

Não use o seu telefone e ajuda a dar água potável às crianças que precisam

Mäyjo, 17.02.14

Um desafio para os meus alunos e para quem quiser alinhar:

 

A UNICEF tem um projeto para ajudar as a dar água potável às crianças mais carênciadas.

 

Para participar basta aceder à página em baixo, seguir os passos e não mexer mais no telemóvel.

 

Vamos ver que consegue e vence o desafio...

 

eu já vou em 10 minutos!

 

 

 

Clica na imagem ou no link, e segue as instruções!

 

 

 

 

 

http://tap.unicefusa.org/

 

 

Participa e ajuda a ajudar!